
A Polícia Civil de Rondônia começou uma investigação para apurar as circunstâncias do óbito do Policial Penal Fabrício Borges Mendes.
A delegacia da Comarca de Machadinho/RO, solicitou análise das imagens e declarações colhidas no ato processual, alegou ser imprescindível para verificar a presença de câmeras na residência do Policial Penal e confrontar com os achados e as constatações periciais do caso.
Diante disso, o juiz de direito concedeu o pedido de compartilhamento do interrogatório de Fabrício Borges, realizado no dia 10/03/2026 dos presentes autos, para apurar as circunstâncias da morte do servidor e será encaminhado cópia à Delegada que conduz o caso.
Relembre o caso clicando no link abaixo
Câmera de segurança e celular de policial penal morto pela PMRO desaparecem
Nossa redação buscou informações desse caso junto ao Ministério Público, Comando Geral da PMRO, Corregedoria Geral e Assessoria da PMRO, mas até o momento não obtivemos respostas.
Confira abaixo:

Rondoniaemqap – de olho nas principais notícias
Boa tarde, nossa redação recebeu denúncias graves envolvendo policiais militares no envolvimento da morte do policial penal Fabrício na cidade de Machadinho/RO.
Trata-se do episódio onde policiais militares foram realizar cumprimento de mandado de prisão, ocasião essa em que o policial penal reagiu e houve confronto, vindo a falecer o policial penal, segundo a ocorrência policial.
Ocorre que, segundo informações repassadas à nossa redação, inclusive com provas documentais e testemunhais, que é a esposa do falecido, que os policiais envolvidos na ação recolheram uma câmera de segurança que estava instalada na casa do policial penal, que inclusive repassaram uma foto da câmera instalada.
Além disso, também sumiram com o celular do servidor, que inclusive estava realizando a audiência por videoconferência por ele.
Descumprimento de Lei Estadual da Polícia Penal de Rondônia
Como publicado em diversos sites de notícias, além de nota oficial do comandante geral da PMRO e nota oficial do Ministério Público do Estado de Rondônia, que traz a notícia intitulada como: Após atuação do MP no Júri, policial penal é condenado por homicídio e morre ao reagir à prisão.
A LEI COMPLEMENTAR Nº 1.102, DE 26 DE OUTUBRO DE 2021, que organiza a Polícia Penal Estadual, determina que a prisão do Policial Penal deverá ser comunicada imediatamente ao superior imediato, conforme apurado e noticiado pelos órgãos oficiais, isso não ocorreu. Vejamos:
Art. 15. São garantias e prerrogativas do Policial Penal:
IX – Ter a sua prisão comunicada, incontinente, ao superior imediato.
A comunicação imediata da prisão ao superior imediato é um procedimento fundamental na administração pública, especialmente nas forças de segurança e forças armadas, garantindo o controle funcional e a legalidade dos atos.
Principais Aspectos:
Finalidade: A comunicação “incontinente” (sem demora, imediatamente) visa garantir que a chefia tome conhecimento da ausência do funcionário/ e tome as medidas administrativas necessárias, como escalas de serviço, além de garantir o cumprimento da legalidade.
Consequências: A NÃO comunicação imediata pode configurar infração disciplinar grave, além de poder ensejar o crime de abuso de autoridade.
Questionamentos
- Queremos saber se realmente os policiais militares recolheram a câmera de segurança e o celular do falecido?
- Quantos policiais foram usados para realizar esse mandado de prisão?
- Os policiais envolvidos na ação possuíam câmeras no fardamento body cams ou câmeras na viatura?
- A Polícia Militar ou o MPRO comunicaram ao seu superior imediato sobre a prisão do Policial penal?
OBS: Prazo máximo de 03 dias para publicação da matéria, contando a partir desta data.
A matéria está em andamento e aguarda posicionamentos dos órgãos oficiais
Sem mais para o momento, nos colocamos à inteira disposição.
Por Rondoniaemqap

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