Novas denúncias envolvendo direção do presídio Urso Branco

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(Foto: francisco costa/UOL)

Os servidores que não quiseram se identificar, relatam que sofreram assédio e perseguições pelo diretor geral Celio Luiz de Lima, do presidio José Mário Alves da Silva (Urso Branco) de porto velho, que de imediato tomou atitudes drásticas para tentar prejudicar os servidores, simplesmente pelo fato dos servidores relatarem em livro de ocorrência da unidade, possíveis irregularidades sobre apenados “celas livre” e um possível acordo para benefícios de presos.

Relembre o caso
https://rondoniaqap.org/2016/07/21/diretores-do-presidio-urso-branco-fazem-acordo-com-apenados/

Segundo relatam os servidores, em razão de tudo isso, o diretor de segurança Jean Carlos ligou para dois servidores que recentemente tomaram posse, tentando intimidar os servidores, dizendo que eles tinham acabado de tomar posse e que isso poderia prejudica-los, logo depois, o diretor geral mudou alguns servidores para uma escala denominada de “FG” e colocou um servidor a disposição da GESPEN para trabalhar em outra unidade prisional, pelo fato desse servidor sempre cobrar e registrar ocorrências cobrando providências e responsabilizando os responsáveis.

A direção geral ficou indignada e enfurecida com a atitude tomada pelos servidores, por isso, fizeram um relatório contra todo o plantão, narrando muitas mentiras para tentar prejudicar os servidores, e encaminhou a corregedoria geral da SEJUS para apurarem os fatos.

“Não me calarei e nem ficarei inerte diante de uma direção submissa e covarde, sempre irei exercer minhas funções dentro das leis, custe o que custar, não compactuarei com coisas erradas em nenhuma unidade prisional, sou servidor público e não empregado de diretores.” Afirma um agente penitenciário.

Conta que fez a denúncia no ministério público e aguarda o desenrolar de todo processo.

FONTE: RONDONIAEMQAP

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