
O Governo de Rondônia afirmou nesta segunda-feira (4) que a viagem do tenente-coronel da Polícia Militar Davi Machado de Alencar, preso ao tentar entrar no Brasil com grande quantidade de medicamentos emagrecedores, ocorreu em caráter pessoal e sem qualquer vínculo com atividades oficiais. Ele estava no Paraguai e acabou sendo flagrado pela Receita Federal.
A manifestação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat), onde o militar atua como diretor executivo. Segundo o órgão, o deslocamento realizado no sábado (2) não fazia parte de agenda institucional.
Ainda conforme a nota, não houve concessão de diárias, passagens ou qualquer outro tipo de recurso público para a viagem. A secretaria também ressaltou que o episódio está restrito à esfera privada do servidor.
Por fim, a Sepat destacou que Davi Machado de Alencar “sempre desempenhou suas funções com competência, responsabilidade e compromisso com o serviço público”.
Relembre o caso
O tenente-coronel foi preso em flagrante no sábado (2) ao tentar entrar no Brasil com mais de 300 ampolas de medicamentos emagrecedores pela Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu.
A abordagem ocorreu durante fiscalização da Receita Federal e da Polícia Federal na região de fronteira. Segundo a Receita Federal, ele transportava ampolas de tirzepatida de forma irregular, além de quatro ampolas de retratutida.
No momento da prisão, o oficial afirmou que havia viajado ao Paraguai para adquirir os medicamentos para uso familiar, mas a quantidade levou ao encaminhamento dele à Delegacia da Polícia Federal, onde foi autuado em flagrante. Ele pagou fiança de R$ 30 mil e foi liberado.
Por Rondoniaagora

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