Mês da segurança institucional: MPRO realiza treinamento de evacuação para situação de emergência

O objetivo da simulação de incêndio foi garantir que os integrantes do MPRO atuem de maneira segura diante de emergências reais.

Cerca de cinco minutos é o tempo resposta considerado eficiente pelo Corpo de Bombeiros para a evacuação do edifício-sede do Ministério Público de Rondônia (MPRO) em Porto Velho. A minutagem foi respeitada durante a simulação de incêndio que aconteceu nesta quinta-feira (31/8).

O treinamento aconteceu no encerramento do Mês da Segurança Institucional, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem como responsável o Procurador de Justiça Carlos Grott.

O objetivo da simulação de incêndio foi garantir que os integrantes do MPRO atuem de maneira segura diante de emergências reais. Aproximadamente 700 servidores e membros participaram da ação que contou com apoio do Corpo de Bombeiros e do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC).

O treinamento começou às 11h. No primeiro passo da simulação foi acionada uma sirene indicando a ordem de evacuação do edifício. Também foi feita a interrupção do fornecimento de energia do prédio. Com isso, os elevadores ficam inoperantes.

Em cada andar do edifício um agente do Corpo de Bombeiros prestou orientações aos servidores para que todos utilizassem as saídas de emergência e tivessem acesso às escadas. Durante a saída, os servidores se organizaram em fila indiana, usando o lado direito das escadas. Integrantes da Brigada de Incêndio do MPRO também acompanharam o deslocamento.

Fora do prédio todos foram encaminhados até locais seguros nas ruas laterais do edifício para acompanhar as simulações de resgate de vítimas fictícias e combate às chamas — chamas ativadas apenas para a simulação.

Uma vítima fictícia foi retirada da cobertura do edifício-sede do MPRO e levada por meio de uma tirolesa até a cobertura do edifício-garagem. Então, um helicóptero do NOA simulou o resgate e transporte aéreo da “vítima”.

 

 

Por Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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