Manaus: Mais uma vez presídio administrado por empresa terceirizada sofre com rebelião

A rebelião teve início durante a entrega do café da manhã, quando internos serraram a grade de duas celas.

A Federação Nacional dos Servidores Penitenciários – FENASPEN, informou por meio de nota que, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap), disse que internos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) iniciaram uma rebelião por volta das 6h deste sábado (02/05).

O Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) e forças de segurança da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) – Rocam, COE, Batalhão de Choque, Companhia de Cães – estão no local e já iniciaram as negociações.

A rebelião teve início durante a entrega do café da manhã, quando internos serraram a grade de duas celas e fizeram os agentes de socialização de reféns.

No momento, sete agentes estão em poder dos detentos. Eles exigem a presença da imprensa e dos direitos humanos. Não há informações sobre mortos”.

Em maio do ano passado, durante um massacre que matou 55 detentos em diferentes presídios da capital, seis dos mortos estavam presos na Unidade do Puraquequara.

A FENASPEN destaca ainda que, a unidade de puraquequara (UPP) é terceirizada e administrada pela empresa HUMANIZZARE, a mesma da chacina de 01 de janeiro de 2017.

 

Fonte: Com informações Fenaspen/Edição: Rondoniaemqap

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