CORONAVÍRUS: Policiais Penais denunciam falta de álcool em gel, máscaras e luvas para trabalhar

A reivindicação é para o envio de álcool em gel, máscaras e luvas para quem está trabalhando nesse período de pandemia.

Policiais Penais do Presídio Provisório – José Mário Alves da Silva (URSO BRANCO) em Porto Velho/RO, denunciam a falta de álcool em gel, máscaras e luvas para poderem trabalhar em meio à pandemia de coronavírus no Estado de Rondônia.

Conforme denúncias, não apenas nesta unidade prisional está em falta, mas em todo complexo penitenciário de Rondônia, assim como em vários órgãos do governo.

Devido a falta de EPIs, podem ser prejudicadas algumas atividades essenciais como; Retirada de presos para advogados, enfermaria, oficiais de justiça dentre outras atividades carcerárias.

Os policiais penais pedem para que sejam providenciados os materiais de proteção para o Presídio Provisório – URSO BRANCO, pois lá é a porta de entrada de todos os presos do complexo penitenciário de Porto Velho.

“A partir do momento em que um preso chegar contaminado pelo COVID-19 e não tomarem nenhuma medida cautelar quanto a isso, será ‘catastrófico’ para toda sociedade em geral. Frisam.

A reivindicação é para o envio de álcool em gel, máscaras e luvas para quem está trabalhando nesse período de pandemia.

“O ideal também seria que não faltasse álcool em gel no comissariado do presídio, para que todos os servidores e demais pessoas que irão adentrar a unidade possam se prevenir, assim estará prevenindo toda população carcerária e toda sociedade em geral.” Destacam.

A Pastoral Carcerária divulgou carta aberta à população alertando quanto às consequências desastrosas associadas ao risco de o vírus se espalhar nas prisões do país. Hoje, a população carcerária já sofre de doenças evitáveis, como tuberculose. De acordo com o documento da entidade, a incidência dessa doença é 30 vezes superior dentro do cárcere. E menos 62% das mortes de presos e presas são provocadas por doenças como HIV, sífilis e a própria tuberculose, como mostram dados do Ministério da Justiça.

 

 

Fonte: Rondoniaemqap

 

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