X-9: “Cagueta” entrega Prints de conversas e Policial Penal de RO é punido e perseguido por Governador

Conforme o documento, a Secretária solicita a relotação do servidor que supostamente teria criticado a atual gestão do governador.

Não é de hoje que as autoridades competentes tem usado desses artifícios para punir e perseguir servidores públicos, quem participa de grupos de WhatsApp sabe muito bem como funciona, em Rondônia isso se tornou normal e até mesmo as corregedorias das secretarias usam isso como prova.

Mas o Rank dessas perseguições e punições vem sendo da Secretaria de Estado da Justiça – SEJUS, são inúmeras as denúncias de perseguições e abusos de autoridade contra os servidores desta secretaria.

Já está mais que comprovado que o governo de Marcos Rocha não gosta de críticas, quem o fizer está passível de punições.

Atualmente a secretária de Justiça de Rondônia está sem comando, a ex-secretária Etelvina Rocha pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (27), ela não expôs os motivos de sua saída.

Sobre o “X-9”

Mais um caso de perseguição e humilhação a um Policial Penal de Rondônia é registrado, tudo isso pelo fato do servidor fazer supostas críticas ao governo de Marcos Rocha através de um grupo de WhatsApp.

Conforme documentos oficiais enviados a nossa equipe, pode-se comprovar o ato por parte da ex-secretária da SEJUS, Etelvina Rocha e do governador de Rondônia Coronel Marcos Rocha.

Conforme o documento, a Secretária solicita a relotação do servidor que supostamente teria criticado a atual gestão do governador.

Consta no relatório que, através de um sevidor por iniciais F. S.L. , lotado na SEDAM, teria repassado os Prints das mensagens ao chefe da Casa Militar Valdemir Carlos Góes, esse por sua vez, mostrou os Prints ao governador Marcos Rocha, diante disso, ele mandou retirar o servidor do Núcleo de Inteligência de Rolim de Moura para ser lotado na penitenciária no plantão.

 

 

 

Fonte: Rondoniaemqap

Categorias:Geral

3 respostas

  1. sou sgt pm de rondonia, meu caso foi muito mais alem, fui tranferido de municipio,pelo fato de ter denunciado um oficial improbo que vinha causando lesao a fazenda publica e outris comportamentos que violam a etca policial, e mesmo o comando geral, corregedoria ter tomado todo comhecimento da injustca, cruzaram os bracos fazendo prevalecer o corporativismo. pouco ae importam c a saude e o bem estar dos servidores, a gestao publica do estado de rondonia deve ser denunciado junto a corte internacionak dos direitos humanos , pq se depender dessa justca nossa, estamos no fundo do poço, seremos apenas numeros e maus um.

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  2. Vamos colocar em primeiro lugar a função em que o policial penal se encontrava!… NÚCLEO DE INTELIGÊNCIA!… Qualquer um que tenha uma função dentro desse núcleo, tem que ter o mínimo de INTELIGÊNCIA pra saber que ele foi indicado ou nomeado por alguém do alto ou médio escalão do governo e que é um cargo de extrema confidencialidade, que certos tipos de assuntos, principalmente quando são inerentes às suas atribuições ou aos seus superiores, não se trata em redes sociais ou em redes de comunicação em massa! Corretíssimo o governador em retirar um “língua solta” de um setor que exige o máximo de discrição.
    Quer sair gritando o que o que viu debaixo da saia, que vá depilar pena de escocês!

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  3. Isso não pode ser feito.
    Vivemos num país democrático de Direito e uma das garantias fundamentais do cidadão é a livre manifestação de opinião e pensamento.
    Em nosso país, críticas são permitidas e devem ser respeitadas.
    Se o servidor cometeu alguma irregularidade, a administração pública prece trâmites, para que ele seja punido e prevê ainda as punições.
    Porém para o servidor ser punido, é preciso provar primeiro a sua culpa, através de um processo administrativo, onde lhe será garantido o direito a Ampla Defesa e aí contraditório.
    Não se pode punir alguém, sem respeitar o Princípio do Devido Processo Legal.
    Além do que não se pode punir alguém com Relotação.
    Essa punição não está prevista, no Estatuto do funcionário público.
    Isso é usurpar a função do Poder Legislativo e criar nova punição.
    Além do que punir sem abrir um processo é voltar aos tempos medievais, época da “caça as bruxas” e tribunais de inquisição.
    Está deflagrado claramente um abuso de autoridade na questão em tela.
    O servidor até poderia ser transferido de unidade, pelo poder discricionário, porém, a partir do momento que a autoridade administrativa justifica essa transferência ou relocação, esse motivo fica vinculado ao ato, e poderá e deverá ser contestado pelo prejudicado.
    A administração pública não pode administrar ao seu Bel prazer, ela deve respeitar o Princípio da Legalidade e se limitar e nortear seus atos ao que for estritamente previsto em lei.

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