No encontro, Ricardo Frantz chegou a carregar a pequena Sofia no colo. (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Só precisou de um pouco mais de um mês de vida para que a pequena Sofia conhecesse um dos primeiros heróis de sua vida. O encontro aconteceu depois do susto vivido pelos pais, na última terça-feira (14), que, após darem um remédio de via oral, viram a bebê se engasgar.

Em meio às tentativas frustradas para outros serviços de emergência, a família foi atendida por um policial na Central de Atendimento, da Polícia Rodoviária Federal de Rondônia (PRF-RO). Durante pouco mais de cinco minutos, ele passou pelo telefone as instruções de primeiros socorros à família.

“Eles [PRF] me atenderam, disseram que já estavam mandando a ambulância, mas que eu já poderia fazer os procedimentos [primeiros socorros]”, disse a estudante Karina Souza, de 17 anos, mãe da bebê

E foi agradecido pela mãe da criança com um abraço. (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Passado o susto, foi a vez dos protagonistas desta história se conhecerem. O encontro entre a bebê Sofia e o policial foi pessoalmente, na casa dos pais da menina, em Porto Velho.

Além de ser marcado pelo agradecimento dos pais, o policial rodoviário federal que atendeu a chamada e instruiu a família, Ricardo Frantz, conta que ficou a sensação de mais um dever cumprido.

Familiares registram encontro com o policial herói nesta quinta-feira (16). (Foto: Reprodução/Rede amazônica)

“A gente já tem um pouco de ensinamento sobre esses procedimentos. Mantemos a calma e pedimos para que façam os procedimentos que estamos passando. Isso é para que tudo dê certo”, detalhou Frantz

Para a mãe de primeira viagem da criança, fica a experiência vivida na última terça-feira, além da gratidão e agradecimento ao policial.

“Muita gratidão pelo cuidado que tiveram com a gente. Por se colocar no lugar do outro”, disse Karina.

Diante da experiência vivida e do susto gerado em toda a família, o pai de Sofia também reforçar sobre os cuidados com a bebê.

“Nosso sentimento, agora que tudo passou, é de alívio e cuidado. Fica o aprendizado. Eu espero que isso não volte a acontecer. Mas, se acontecer, a gente já sabe o que fazer, e sabe que tem alguém que possa ligar pra nos ajudar”, explicou Antônio Júnior.

Para o policial da PRF, que disse nunca ter realizado atendimento de uma ocorrência como essa, a sensação é de felicidade por tudo ter terminado bem. “Fico muito feliz por ela, é uma sensação muito boa. Agora tudo passou e está todo mundo feliz”, finalizou o policial.

 

Fonte: André Oliveira, com informações da Rede Amazônica

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